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	<title>tarifaço &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Café brasileiro é “insubstituível” nos EUA, após batalha contra tarifaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 11:44:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Presidente de associação do setor nos EUA, Bill Murray afirma que nenhum outro país reúne volume, qualidade e eficiência para ocupar espaço do Brasil<br></em><br>Depois de atuar diretamente em Washington pela retirada das tarifas impostas ao café brasileiro, o presidente da NCA (National Coffee Association), Bill Murray, avalia que os Estados Unidos reconheceram uma realidade difícil de contornar: o mercado americano depende do Brasil e não há outra origem capaz de substituir integralmente o produto brasileiro.</p>



<p>“Não existe outro país que possa preencher essa lacuna. Considerando a eficiência dos produtores brasileiros, a qualidade do café e o volume produzido, não há nenhum outro lugar no mundo que possa substituir o café brasileiro. Não há dúvida. Não há substituto”, afirmou Murray, em entrevista à CNN, na prévia para o Vitória Coffee Summit, que começa nesta quinta-feira (20), em Vitória (ES).</p>



<p>A declaração ocorre após mais de um ano de articulação entre representantes da cadeia cafeeira brasileira e americana para retirar o produto do alcance das medidas tarifárias adotadas pelo governo de Donald Trump.</p>



<p>Em agosto de 2025, os cafés brasileiros passaram a enfrentar uma tarifa total de 50% para entrar nos Estados Unidos — resultado da tarifa de 10% aplicada anteriormente, somada a uma sobretaxa adicional de 40%.</p>



<p>A medida vigorou por quase quatro meses para a maior parte do setor. Em novembro do ano passado, o governo americano retirou a sobretaxa adicional sobre café verde, torrado e moído, enquanto o café solúvel permaneceu sujeito à taxação.</p>



<p>O impacto foi imediato sobre o comércio bilateral. Entre agosto e novembro de 2025, período de vigência do tarifaço, as exportações brasileiras de café aos Estados Unidos recuaram 54,9% na comparação com igual intervalo de 2024, de 2,917 milhões para 1,315 milhão de sacas, segundo o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).</p>



<p>A retirada das barreiras foi precedida por uma extensa mobilização do setor privado. Cecafé, Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café) e Abics (Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel) trabalharam em conjunto com a NCA e importadores americanos para demonstrar ao governo dos Estados Unidos o grau de dependência da indústria local em relação ao produto importado.</p>



<p>Segundo o Cecafé, a articulação envolveu mais de 100 reuniões, ao longo de mais de um ano, com representantes dos departamentos de Comércio, Estado e Agricultura dos Estados Unidos, além do USTR (Escritório do Representante Comercial dos EUA).</p>



<p>Murray esteve entre os principais interlocutores dessa frente nos Estados Unidos. Em julho deste ano, durante audiências em Washington relacionadas às investigações da Seção 301, o executivo defendeu a manutenção das exceções previstas para o café e pediu que o café solúvel não aromatizado também fosse incluído na lista.</p>



<p>O argumento apresentado ao governo americano teve como um dos pilares o peso econômico da cadeia dentro dos próprios Estados Unidos. Segundo Murray, 2,2 milhões de empregos americanos dependem do café.</p>



<p>“Precisamos uns dos outros. O Brasil precisa dos Estados Unidos e os Estados Unidos precisam do Brasil. Não temos um mercado de café sem o café brasileiro”, reiterou.</p>



<p>Segundo ele, o Brasil respondeu no ano passado por 19% do café que chegou aos Estados Unidos, considerando o valor das importações.</p>



<p>Para o executivo, o peso do Brasil na oferta torna particularmente difícil substituir o produto nacional simplesmente redirecionando as compras americanas para países concorrentes.</p>



<p>Colômbia e Vietnã estão entre os grandes fornecedores mundiais, mas Murray ressalta que a combinação brasileira de escala, eficiência e qualidade limita a possibilidade de substituição.</p>



<p>“O Brasil certamente é muito importante economicamente. É historicamente importante e, cada vez mais, está investindo na qualidade do café e em pesquisa”, destacou.</p>



<p>Diferentemente de produtos que podem ser substituídos por produção doméstica americana ou por outros fornecedores em escala semelhante, o café do americano tem uma cadeia altamente dependente do comércio internacional.</p>



<p>Daqui para frente, Murray avalia que o comércio mundial entrou em uma nova fase, na qual tarifas e barreiras comerciais tendem a fazer parte das relações entre países.</p>



<p>Para o café, porém, o presidente da NCA defende uma exceção.</p>



<p>“O mundo já não fala mais em livre comércio para tudo. No entanto, para o café existe um argumento muito forte de que ele deveria continuar sendo comercializado livremente, como produto e como commodity, por causa da importância tanto para produtores quanto para importadores”, afirmou.</p>



<p>“Estamos em um mundo diferente, mas o café tem um lugar especial nesse mundo.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Capítulo das tarifas encerrado?</h2>



<p>Murray não afirmou, nem negou se novas tarifas podem ser aplicadas pelo governo Trump sobre o café. Detalhou que a NCA não é uma entidade política, mas que manterá a defesa pela isenção do grão brasileiro, que, depois de um ano de debates, tem fôlego para continuar o fluxo de vendas aos EUA.</p>



<p>A ofensiva tarifária havia ganhado um novo capítulo em julho deste ano, quando o USTR decidiu excluir os cafés brasileiros, incluindo o solúvel não aromatizado, da tarifa de 25% que poderia ser aplicada no âmbito de uma investigação da Seção 301.</p>



<p>Dias depois, o setor também obteve a isenção diante de outra investigação, que poderia acrescentar uma tarifa de 12,5%.</p>



<p>Com isso, todos os cafés brasileiros ficaram fora das novas sobretaxas americanas.</p>



<p>A mobilização da NCA também teve como argumento o risco de as barreiras comerciais aumentarem o custo do café para o consumidor americano. Os Estados Unidos são grandes consumidores do produto, mas não possuem produção doméstica suficiente para atender à demanda.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Tarifaço: Arroz, mel e etanol serão taxados por trabalho forçado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:35:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[etanol]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) confirmou a aplicação de uma tarifa adicional de 12,5% sobre parte dos produtos brasileiros. A medida foi anunciada após a conclusão da chamada investigação da Seção 301, que analisou políticas relacionadas ao trabalho forçado no Brasil.</p>



<p>Entre os produtos do agronegócio afetados estão o mel, o arroz e o etanol. Com a nova sobretaxa, esses itens podem ter sua alíquota total elevada a até 37,5%, representando um impacto significativo para os exportadores brasileiros do setor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Produtos preservados na lista de exceções</h2>



<p>Por outro lado, a lista de exceções preservou alguns dos principais itens da pauta de exportação do agronegócio brasileiro. Ficaram de fora da taxação a carne bovina, os artefatos de couro, produtos destinados à nutrição animal e o suco de laranja.</p>



<p>O café solúvel também foi confirmado como isento, encerrando uma incerteza que pairava sobre o setor, que ainda aguardava uma definição sobre o produto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desmatamento citado como vantagem competitiva</h2>



<p>Na véspera do anúncio, Jamieson Greer, representante de comércio dos Estados Unidos, citou o desmatamento no Brasil como uma suposta vantagem competitiva ao desenvolvimento econômico do país em discurso dirigido a senadores americanos.</p>



<p>O argumento consta da investigação que embasou a aplicação das tarifas e gerou uma reação imediata do governo brasileiro.</p>



<p>Em entrevista ao CNN Agro, João Paulo Capobianco, ministro do Meio Ambiente, rebateu as declarações de Greer. &#8220;Nós não recebemos nenhum documento técnico com as bases que justificam essas afirmações&#8221;, afirmou. Segundo ele, sem documentos técnicos com dados concretos, não seria possível nem mesmo analisar e responder às alegações.</p>



<p>&#8220;O que fica evidente é que não se trata aqui de esclarecer fatos concretos, não se trata aqui de mostrar que não procede a afirmação que o desmatamento favorece a atividade econômica no Brasil em detrimento da atividade norte-americana, não existe isso&#8221;, declarou Capobianco.</p>



<p>Capobianco acrescentou ainda que o Brasil apresentou documentos técnicos embasados, com evidências comprovadas e auditadas, demonstrando o contrário do que foi alegado pelos americanos. Para ele, diante desse cenário, &#8220;é evidente que o que está em jogo não é exatamente uma ação com base em dados da realidade&#8221;.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>O &#8216;plano Trump&#8217;: como empresas brasileiras tentam driblar o tarifaço e reduzir a dependência dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As tarifas de 25% recentemente anunciadas pelos Estados Unidos contra o Brasil têm levado empresas brasileiras a buscar alternativas ao mercado americano.</p>



<p>Uma estimativa recente do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) indicou que cerca de 18% das exportações brasileiras para os EUA devem ser afetadas pelo novo tarifaço, o equivalente a <strong>US$ 7,4 bilhões (R$ 37,7 bilhões).</strong></p>



<p>Para representantes de diferentes setores da economia ouvidos pelo g1, porém, diversificar mercados leva tempo, exige investimentos e não evita os impactos imediatos sobre exportações, empregos e faturamento.</p>



<p>Além disso, empresários defendem uma redução da carga tributária e medidas para conter o avanço das importações, ampliando o espaço da indústria nacional no mercado interno como forma de amenizar os efeitos do tarifaço.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Busca por novos mercados esbarra em custos e concorrência global</strong></h2>



<p>O vaivém das tarifas americanas tem provocado uma enorme instabilidade para os setores exportadores desde o ano passado. <strong>Veja a cronologia das tarifas.</strong></p>



<p>Segundo o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, muitas empresas que ainda tinham fôlego financeiro no ano passado conseguiram negociar com seus importadores e dividir o custo da tarifa adicional.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Mas essa estratégia começou a ficar mais difícil neste ano com a nova rodada de tarifas”, afirma.</p>
</blockquote>



<p>Setores afetados pelas novas tarifas estão se reunindo com representantes do governo para apresentar as principais demandas de cada segmento e discutir medidas de apoio.</p>



<p>Ainda assim, alguns demonstram preocupação com os efeitos financeiros das novas tarifas e defendem que a negociação diplomática para reduzir ou retirar a alíquota continua sendo a melhor alternativa.</p>



<p>É o caso, por exemplo, do setor moveleiro. Segundo Cândida Cervieri, diretora-executiva da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel),&nbsp;<strong>cerca de 30% das exportações do segmento têm como destino os EUA.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Já enfrentamos um impacto muito grande em polos industriais de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais, que registraram uma forte onda de demissões”, afirma a executiva,&nbsp;<strong>reiterando a estimativa de cerca de 10 mil desligamentos desde o ano passado.</strong></p>
</blockquote>



<p>Cervieri ressalta que, embora as empresas estejam buscando novos mercados, essa estratégia leva tempo para produzir resultados.</p>



<p>“Existe todo um processo de construção de confiança entre parceiros comerciais, e cada mercado tem características próprias. Além disso, o mundo inteiro está lidando com as tarifas impostas por Trump e buscando novos mercados, o que aumenta a concorrência global”, completa.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="700" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-11.png" alt="" class="wp-image-47708" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-11.png 1000w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-11-300x210.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-11-768x538.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-11-107x75.png 107w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-11-480x336.png 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Sapatos em uma linha de produção na fabricante brasileira de calçados Kissol, em meio à imposição de novas tarifas americanas sobre diversos produtos brasileiros, incluindo a indústria calçadista, que tem os EUA como seu principal mercado externo. — Foto: Joel Silva/Reuters<br><br></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O que a indústria pede ao governo para enfrentar o tarifaço</h2>



<p>Representantes da indústria destacam a importância de manter o diálogo diplomático com o governo americano e com interlocutores brasileiros que atuam nos EUA.</p>



<p>Essa discussão também envolve a eventual aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica, que permite ao governo brasileiro adotar medidas de resposta contra países ou blocos econômicos que imponham barreiras comerciais, legais ou políticas ao Brasil.</p>



<p>“Precisamos manter as portas abertas para o diálogo e seguir negociando. É preciso reconhecer que a política comercial dos EUA é injusta, mas é o cenário atual. Precisamos encontrar pontos de convergência para buscar uma solução favorável para os dois lados”, afirma o diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Fernando Pimentel.</p>



<p>Além das negociações, diversos setores da economia já apresentaram propostas ao governo para fortalecer a indústria brasileira diante das novas tarifas.</p>



<p>Na terça-feira, por exemplo, o presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, reuniu-se com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, para discutir medidas emergenciais voltadas à preservação da competitividade das exportações brasileiras.</p>



<p>Entre outros pontos, o setor propôs:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o <strong>fortalecimento do Reintegra</strong>, programa que devolve às exportadoras parte dos tributos pagos ao longo da cadeia produtiva;</li>



<li>um <strong>crédito-prêmio à exportação</strong>, que geraria créditos tributários para compensar impostos; e</li>



<li>a adoção de um <strong>regime especial de diferimento de tributos federais</strong>, permitindo que empresas tenham mais prazo para pagar impostos.</li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Outro desafio que discutimos com o governo é a adoção de medidas complementares que utilizem os instrumentos já previstos na legislação para conter o avanço das importações”, diz Ferreira, da Abicalçados.</p>
</blockquote>



<p>Segundo os executivos, o mercado interno, visto como uma alternativa para compensar parte das perdas nas exportações, enfrenta forte concorrência de produtos importados.</p>



<p>De acordo com Pimentel, da Abit,&nbsp;<strong>as importações cresceram neste ano</strong>, tanto no comércio tradicional, realizado por contêineres, quanto nas compras feitas por plataformas internacionais de comércio eletrônico, as chamadas pequenas encomendas.</p>



<p>“Temos de buscar uma internacionalização cada vez maior, mas também precisamos enfrentar o custo Brasil e outros fatores que ainda dificultam o crescimento das empresas nacionais. Precisamos encontrar um equilíbrio nesse processo”, conclui.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda as novas tarifas anunciadas pelos EUA</h2>



<p>Na semana passada, o governo americano confirmou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros após concluir uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês).</p>



<p>A medida, porém, conta com uma extensa lista de exceções. O governo brasileiro reagiu afirmando que a decisão não tem justificativa econômica e teria sido motivada por razões políticas. A tarifa entra em vigor nesta quarta-feira (22).</p>



<p>Além disso, na terça-feira (21), o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou, em entrevista à CNBC, que o governo americano deve anunciar novas tarifas para aproximadamente 60 países nos próximos dias.</p>



<p>Nesse caso, a alíquota adicional deve variar entre 10% e 12,5% e seria aplicada a países que, segundo o governo americano, falharam em proibir ou fiscalizar adequadamente a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.</p>



<p>Fonte: G1 </p>
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		<title>BSCA CELEBRA ISENÇÃO DOS CAFÉS DO BRASIL DO TARIFAÇO DE 25% DOS EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:58:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[isenção]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Assim como manifestamos preocupação com nossos parceiros do segmento do café solúvel brasileiro, representado pela Abics, à época dos anúncios das investigações do&nbsp;<em>United States Trade Representative</em>&nbsp;(USTR) na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA, que poderia inserir taxas adicionais de até 37,5% (25% em uma investigação e mais 12,5% em outra) ao produto, a BSCA celebra, hoje, a conquista obtida pelo setor, que conseguiu entrar na lista de exceções dos produtos a serem taxados em 25% pelos Estados Unidos.</p>



<p>Demos nossas contribuições com todos os atores da cadeia produtiva de café no Brasil e nos EUA, por meio de contatos e briefing com a&nbsp;<em>National Coffee Association</em>&nbsp;(NCA) e importadores parceiros, os quais realizaram a defesa dos cafés solúveis brasileiros nas audiências públicas do USTR, trabalho que resultou na inclusão desse produto na lista de exceções ao tarifaço de 25%.</p>



<p>Ao tempo que comemoramos essa conquista, também seguiremos abertos a contribuir com nossos parceiros nos EUA e no Brasil, em especial a Abics, uma vez que ainda existe o risco da taxação de 12,5% da segunda investigação do USTR sobre o café solúvel nacional, que pode ocasionar impactos significantes nas indústrias brasileiras e proporcionar consequências ao longo de toda cadeia de valor do café, com restrições de comércio.</p>



<p>Mais do que externar a sinergia setorial, a BSCA reforça seu compromisso com a defesa de condições justas de comércio a todos os cafés brasileiros junto aos EUA e ao mundo, sempre que se fizer necessário, uma vez que somos o principal produtor e exportador – de cafés verdes, especiais e solúvel – global, com nosso produto sendo essencial para que a bebida chegue às xícaras dos consumidores em todo o mundo.</p>



<p>Fonte: BSCA</p>
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		<item>
		<title>ES está entre os mais expostos do país ao novo ciclo tarifário dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:49:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ES]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Findes]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Federação das Indústrias do Espírito Santo (FINDES) acompanha com preocupação os sucessivos anúncios de aumento de tarifas feitos pelo governo dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, em especial a taxação de 25% confirmada nesta quarta-feira (15). O Espírito Santo está entre os estados mais expostos do país a esse novo ciclo tarifário, já que os EUA é o principal parceiro comercial do Estado.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Em alinhamento com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), entendemos que o aumento das tarifas compromete uma relação comercial&nbsp;bilateral&nbsp;construída ao longo de década.&nbsp;Brasil e Estados Unidos possuem cadeias produtivas altamente integradas, nas quais diversos produtos brasileiros são insumos essenciais para a indústria norte-americana, com isso, o aumento de tarifas prejudica empresas ambos os países.&nbsp;</p>



<p>A sobretaxa também agrava um cenário que já vinha pressionando as exportações nacionais e aumenta a incerteza para empresas brasileiras e americanas. Os Estados Unidos foram destino de 27% das exportações do Espírito Santo em 2025, o equivalente a US$ 2,8 bilhões, consolidando-se como um dos principais parceiros comerciais do Estado.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>De acordo com dados da Comex&nbsp;Stat, compilados pelo OBSERVATÓRIO FINDES, considerando a lista de exceções divulgada pelo governo dos Estados Unidos, a tarifa adicional de 25%, prevista para entrar em vigor em&nbsp;22&nbsp;de julho, atingiria quase 500 produtos comercializados pelo Espírito Santo.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Em 2025, os itens que serão taxados somaram US$ 230,8 milhões em exportações – valor que representa 2,3% da pauta exportadora capixaba e 8,1% das vendas do Estado para os Estados Unidos.&nbsp;</p>



<p>O comércio entre os dois países já vem retraindo diante da instabilidade provocada pelas sucessivas taxações dos EUA. No primeiro semestre de 2026, as exportações brasileiras para os Estados Unidos recuaram 13%, o equivalente a US$ 2,6 bilhões. O resultado negativo foi influenciado pela queda de 8,7% nas vendas de bens industriais. Apesar da redução, os Estados Unidos permaneceram como principal destino das exportações da indústria de transformação brasileira no período.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Já no Espírito Santo, o impacto foi ainda mais significativo. No primeiro semestre de 2026, o Estado exportou quase US$ 1,4 bilhão para os Estados Unidos, o que representa 27,5% das exportações capixabas.&nbsp;Este&nbsp;resultado corresponde a uma redução de 17,2%&nbsp;no valor de exportação em&nbsp;relação ao mesmo período de 2025.&nbsp;Ainda assim, o Espírito Santo tem o terceiro&nbsp;maior&nbsp;percentual&nbsp;de exportações para os Estados Unidos e o quarto maior valor exportado ao país, no primeiro semestre do ano.&nbsp;</p>



<p>A FINDES e a CNI&nbsp;continuarão&nbsp;acompanhando&nbsp;permanentemente os desdobramentos das medidas anunciadas e defendem que a proteção dos setores industriais exportadores passa, prioritariamente, pelo diálogo e pela negociação entre os dois países. A cooperação bilateral é o caminho mais adequado para preservar uma relação comercial sólida, previsível e benéfica para Brasil e Estados Unidos.&nbsp;</p>



<p>A CNI continua em permanente contato com Amcham Brasil e a U.S. Chamber of Commerce dialogando com os empresários dos EUA, tendo em vista que empresas de ambos os países estão sendo impactadas taxação. O livre comércio precisa prevalecer entre Brasil e Estados Unidos.&nbsp;O caminho a ser percorrido deve ser técnico e diplomático.</p>



<p>Ao mesmo tempo em que atuamos pelo fortalecimento das relações comerciais com os Estados Unidos, seguiremos trabalhando para diversificar a pauta exportadora capixaba e ampliar a presença do Espírito Santo nos mais de 170 mercados com os quais o Estado já se relaciona. Essa é uma agenda estratégica para reduzir riscos, ampliar oportunidades e proteger a competitividade da indústria capixaba diante de futuros impactos no comércio internacional.&nbsp;</p>



<p>Fonte: <strong>Paulo Baraona &#8211; Presidente da FINDES</strong></p>
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