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	<title>TDAH &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Dia Mundial do TDAH destaca importância do diagnóstico correto e combate aos preconceitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 12:23:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia 13 de julho é celebrado o Dia Mundial do Transtorno do Déficit<br>de Atenção e Hiperatividade (TDAH), data dedicada à conscientização<br>sobre uma condição do neurodesenvolvimento que afeta crianças,<br>adolescentes e adultos. Caracterizado por sintomas de desatenção,<br>impulsividade e hiperatividade, o transtorno pode comprometer o<br>desempenho escolar, profissional, os relacionamentos e a qualidade de<br>vida quando não é identificado e tratado adequadamente.</p>



<p>Segundo o psiquiatra da Rede Meridional, José Luis Leal, um dos<br>principais desafios ainda é combater os mitos que cercam o transtorno.<br>&#8220;Muitas pessoas acreditam que pessoas com TDAH &#8212; desatentas,<br>hiperativas e impulsivas &#8212; têm falta de educação, disciplina ou<br>desinteresse, mas trata-se de uma condição neurobiológica reconhecida<br>pela medicina. O diagnóstico adequado permite que o paciente desenvolva<br>estratégias para lidar com os sintomas e tenha uma vida plenamente<br>produtiva&#8221;, afirma.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Novo-Projeto-2026-07-21T091754.576-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-47651" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Novo-Projeto-2026-07-21T091754.576-1024x1024.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Novo-Projeto-2026-07-21T091754.576-300x300.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Novo-Projeto-2026-07-21T091754.576-150x150.jpg 150w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Novo-Projeto-2026-07-21T091754.576-768x768.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Novo-Projeto-2026-07-21T091754.576-75x75.jpg 75w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Novo-Projeto-2026-07-21T091754.576-480x480.jpg 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Novo-Projeto-2026-07-21T091754.576.jpg 1080w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">José Luis Leal, psiquiatra da Rede Meridional</figcaption></figure>



<p>Embora seja frequentemente identificado na infância, o TDAH também<br>pode ser diagnosticado na vida adulta. Em muitos casos, pessoas convivem<br>por anos com dificuldades de concentração, organização, planejamento<br>e controle da impulsividade sem compreender a origem desses sintomas. O<br>diagnóstico é clínico e realizado por um profissional habilitado,<br>levando em consideração o histórico do paciente, entrevistas e<br>critérios estabelecidos internacionalmente.</p>



<p>Não existe um exame laboratorial capaz de confirmar o transtorno, mas<br>uma avaliação clínica bem realizada e uma avaliação<br>neuropsicológica permitem elaborar um diagnóstico preciso, inclusive<br>diferenciando de outros fatores que podem gerar desatenção,<br>desmotivação, hiperatividade e impulsividade. O tratamento pode<br>envolver acompanhamento psiquiátrico, psicoterapia, intervenções<br>comportamentais e, quando indicado, uso de medicamentos.</p>



<p>Segundo Leal, a abordagem deve ser individualizada e considerar as<br>necessidades de cada paciente. &#8220;O tratamento não busca mudar a<br>personalidade da pessoa, mas reduzir os prejuízos causados pelos<br>sintomas, favorecendo o aprendizado, os relacionamentos, o desempenho<br>profissional e o bem-estar&#8221;, ressalta. O especialista destaca ainda que<br>a informação é uma importante aliada no combate ao preconceito.<br>&#8220;Quanto mais a população conhece o TDAH, mais cedo as pessoas procuram<br>ajuda e menores são os impactos da condição ao longo da vida&#8221;,<br>conclui.</p>



<p>Fonte: Flávia Varela &#8211; Mile4 Assessoria de Comunicação</p>



<p></p>
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		<title>Projeto cria programa de apoio a mães atípicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 16:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[mães atipicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Implantar no Estado um programa de atenção e orientação às mães atípicas. Essa é a proposta do deputado Dr. Bruno Resende (União), por meio do Projeto de Lei (PL) 324/2024, que tramita na Assembleia Legislativa (Ales).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dr. Bruno Resende propõe política pública de atenção a cuidadoras de crianças com síndromes, transtornos, deficiências ou doenças raras</p>



<p>Implantar no Estado um programa de atenção e orientação às mães atípicas. Essa é a proposta do deputado Dr. Bruno Resende (União), por meio do Projeto de Lei (PL) 324/2024, que tramita na Assembleia Legislativa (Ales). O objetivo é criar políticas públicas que auxiliem mães de filhos com doenças raras ou deficiências como síndrome de Down, transtorno do espectro autista (TEA), transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), transtorno do déficit de atenção (TODA) e dislexia.<br><br>Denominado Cuidando de quem Cuida, o programa tem a finalidade de “oferecer orientação psicossocial e apoio por meio de serviços, proteção, acompanhamento psicológico e terapêutico, com atenção à saúde integral, informação e formação para fins de fortalecimento e valorização dessas mulheres na sociedade”.<br><br>A proposta tem o objetivo de elevar e melhorar a qualidade de vida de mães e cuidadoras, considerando as dimensões emocionais, físicas, culturais, sociais e familiares. Além de promover apoio para o acesso a serviços psicológicos, terapêuticos e assistenciais. Outro objetivo descrito no PL é o de estimular os demais membros da família quanto ao cuidado e à proteção, visando aumentar o nível de bem-estar e melhorar a função e as interações familiares.<br><br>“O grande desafio para essas mães e pais não é a deficiência do filho, e sim uma série de abandonos pelos quais elas passam, que vem de todos os lados: família, da sociedade e do Estado. Na verdade, a maior preocupação de uma mãe e pai atípico é de quem ficará com seu filho quando ela partir”, argumenta o proponente na justificativa da matéria.<br><br>“Todos sabemos que o desafio vivido pelas mães cuidadoras, que são responsáveis pela criação de filhos que necessitam de cuidados específicos em razão daquelas condições. Estamos falando de mulheres e homens que estão acometidas por várias situações, a falta do autocuidado, o desprezo, as doenças psicossomáticas, as tentativas de suicídio”, complementa o parlamentar.<br><br>“A inclusão e a equidade para essas mulheres são um grande desafio para nós porque, para seu sucesso, pressupõe rompermos com o que pensamos sobre eles e a forma como a sociedade as exclui, seja nas oportunidades de emprego e renda, na falta de preparo de gestores, nas barreiras culturais e de acessibilidade, na ausência de pertencimento e aceitação social e familiar, bem como de preconceito e discriminação”, conclui Dr. Bruno.<br><br><strong>Tramitação</strong><br><br>O projeto será avaliado pelas comissões de Justiça, Defesa dos Direitos Humanos, Saúde e Finanças, antes de ser votado em plenário pelos deputados.<br><br><a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=417595&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PL/417595-202405281115435620116UCWE3(9087104).pdf&amp;identificador=3400310037003500390035003A005000#P417595" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acompanhe a tramitação completa</a> </p>



<p>Foto: Lucas S. Costa</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>Ensino para aluno neurodiverso em pauta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 16:51:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Deputados da Assembleia Legislativa (Ales) propuseram iniciativas para melhorar o aprendizado de alunos com transtornos globais de desenvolvimento, incluindo a criação de protocolos individualizados. O Projeto de Lei (PL) 374/2024, apresentado pela deputada Janete de Sá (PSB), destaca-se ao focar na implementação de um Plano de Ensino Individualizado (PEI) para garantir recursos pedagógicos adequados e um melhor rendimento acadêmico para esses estudantes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Preocupados com o aprendizado de alunos com transtornos globais de desenvolvimento, deputados propõem protocolos individualizados</p>



<p>Deputados propõem plano de ensino e protocolo individualizado de avaliação para alunos neurodiversos</p>



<p>Para garantir melhor rendimento acadêmico aos alunos com transtornos globais de desenvolvimento, deputados apresentaram na Assembleia Legislativa (Ales) iniciativas que asseguram recursos pedagógicos focados nos estudantes. Mais recente, o Projeto de Lei (PL) 374/2024, proposto pela parlamentar Janete de Sá (PSB), foca no Plano de Ensino Individualizado (PEI).<br><br>O PEI será direcionado ao seguinte público-alvo: autistas; transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH); transtorno opositor desafiador (TOD); transtornos globais do desenvolvimento (TGD); transtornos de aprendizagem (TA); déficit cognitivo; deficiência intelectual; síndromes comprometedoras de aprendizagem; além de dificuldades de aprendizagem em geral.<br><br>Ainda segundo a matéria, na elaboração do PEI, deverão constar, entre outros, itens como relatório circunstanciado; necessidades educacionais especiais; habilidades e dificuldades do aluno; objetivos; metodologias e materiais de apoio; métodos de avaliação; além da previsão de reformulação do plano de ensino.<br><br>Caso os dispositivos da virtual lei não sejam seguidos, há previsão de multa de mil Valores de Referência do Tesouro Estadual (VRTEs), que na cotação de hoje correspondem a R$ 4.503,20. A penalidade poderá ser dobrada em caso de reincidência e a importância financeira será revertida à vítima.<br><br>Pontos como a formação intelectual em condições iguais entre os discentes e a melhora dos índices da educação capixaba estão entre as diretrizes e objetivos da iniciativa. “Cada aluno é único e aprende, portanto, de maneira diferente, e o PEI visa registrar esse caráter individual de cada aluno para que, usando estratégias adequadas, ele possa aprender, assim como os outros estudantes, no ensino regular”, justifica Janete no texto.<br><br><strong>PIA</strong><br><br>O PL 817/2023, do deputado Denninho Silva (União), garante a alunos com transtornos globais de desenvolvimento o acesso à Política de Protocolo Individualizado de Avaliação (PIA). A medida vale para os ensinos fundamental, médio, superior, técnico, tecnológico e profissionalizante. <br><br>Conforme o texto, as instituições deverão lançar mão de atividades simplificadas e adaptar avaliações práticas ou escritas dos estudantes. O direito ao PIA será concedido até o final do curso (sem possibilidade de reavaliação) mediante requerimento, junto do laudo ou carteira de identificação da pessoa autista.<br><br>Além de autistas, o PL considera pessoas com transtornos globais de desenvolvimento aquelas com “alterações qualitativas das interações sociais recíprocas e da comunicação, ou repertório de interesses e atividades restrito, estereotipado e repetitivo”, consta na proposta.<br><br>“Processos de avaliação individualizados possibilitam com que esses alunos possam ter um rendimento escolar muito mais produtivo, gerando assim condições que possibilitam uma maior inclusão, permanência e participação desses alunos”, defende Denninho na justificativa.<br><br><strong>Projetos similares</strong><br><br>Já o PL 818/2023, cuja autoria é do deputado Engenheiro José Esmeraldo (PDT), reproduz o teor do <a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=391380&amp;arquivo=Arquivo%2fDocuments%2fPL%2f391380-202310020909069316(9087103).pdf&amp;identificador=3300390031003300380030003A005000" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL 817/2023</a>. Assim como a iniciativa de Janete de Sá, o texto foi considerado similar à proposição de Denninho e, por isso, os projetos tramitam conjuntamente.<br><br>As comissões de Justiça, de Direitos Humanos, de Educação e de Finanças vão avaliar as propostas.</p>



<p>Foto: Arquivo/Ales</p>



<p>Fonte: ALES</p>
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