<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>TEA &#8211; Jornal Entrevista</title>
	<atom:link href="https://jornalentrevista.com.br/tag/tea/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornalentrevista.com.br</link>
	<description>(27) 3256.4569</description>
	<lastBuildDate>Wed, 30 Oct 2024 16:28:56 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Live debate as práticas pedagógicas e a escolarização dos alunos com transtorno do espectro autista (TEA)</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/live-debate-as-praticas-pedagogicas-e-a-escolarizacao-dos-alunos-com-transtorno-do-espectro-autista-tea/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/live-debate-as-praticas-pedagogicas-e-a-escolarizacao-dos-alunos-com-transtorno-do-espectro-autista-tea/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 16:27:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[práticas pedagógicas]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do espectro autista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=39980</guid>

					<description><![CDATA[A Prefeitura de Aracruz, em parceria com o Senac-ES, realizou uma live sobre práticas pedagógicas para alunos com transtorno do espectro autista (TEA), conduzida pela doutora Ariadna Pereira Siqueira Effgen. O evento foi transmitido pelo YouTube e destinado a educadores da Rede Municipal de Ensino.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Prefeitura de Aracruz, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial do Espírito Santo (Senac-ES), promoveu na noite desta quinta-feira (24), uma live sobre as práticas pedagógicas e a escolarização dos alunos com transtorno do espectro autista (TEA). A temática foi proferida pela Doutora em educação Ariadna Pereira Siqueira Effgen, transmitida no canal oficial da prefeitura no YouTube e destinada a professores, pedagogos e diretores da Rede Municipal de Ensino que atendem da Educação Infantil ao 9º ano do Ensino Fundamental.</p>



<p>Antes mesmo da temática ser discutida, a secretária da Semed Jenilza Spinassé agradeceu as parcerias, destacando a importância do diálogo em rede. “Mais uma vez estamos participando de um diálogo para nos permitir apropriar, de fato, desse processo que não é simples, mas também não é impossível. Queria agradecer a professora Ariadna e a parceria com o Senac que vêm nos trazendo reflexões importantes e que exigem mais aprofundamentos. Nós acreditamos que o processo de inclusão exige esse momento formativo, o que faz a diferença no nosso cotidiano. Muito obrigado pelos momentos coletivos que estamos tendo juntos”, disse.</p>



<p>Ariadna Pereira iniciou a live enfatizando que a permanência desses discursos se faz necessária, mediante às mudanças que ocorrem dentro das escolas. “Entendo que a formação permanente é fundamental pra pensarmos as práticas e a escola, que é viva, muda a cada dia com novas demandas, além das velhas que ainda não foram resolvidas. Esse é um tema que nos desafia muito dentro da escola. É uma temática que nos provoca, sendo que temos muitos mitos com relação ao autismo, e desconstruí-los se faz necessário”, pontuou.</p>



<p>Em seguida, os participantes da live puderam assistir um vídeo sobre sinais de autismo em adultos para que algumas reflexões pudessem ser tecidas. Características como dificuldades em fazer amigos, hiperfoco, linguagem direta, mudança repentina de humor, hipersensibilidade quanto aos sons e iluminação, preferência em trabalhar sozinho e seguir rotinas, previsibilidade e planejamento, dentre outras, podem indicar que um adulto seja autista.</p>



<p>“Temos que lembrar que cada indivíduo é único, e por isso precisam de um olhar singular, nunca devendo generalizar os casos. Quanto de vocês se identificaram com os sinais relatados no vídeo? São inúmeras situações que nós nos identificamos, o que não necessariamente nos faz pessoas com autismo. Isso significa que todas pessoas com autismo tem essas características? Também não. Esse vídeo é para que possamos problematizar um pouco desses mitos que se tem com relação ao autismo, e assim tecer reflexões e avançarmos nas discussões”, explicou Ariadna.</p>



<p>A professora defendeu a ideia de que o ato educacional tenha um primor pelo processo da mediação e da realidade de uma vivência coletiva para se pensar nas aprendizagens. Ela mostrou que conceitos como linguagem, mediação, ato de brincar/social, imaginação, regras e estereotipias são centrais para se pensar no trabalho com a pessoa com autismo. “Temos que entender que o aluno é da escola, ou seja, de um coletivo escolar, e todos nós temos responsabilidade sobre ele. E quando ele nos desafia, ele se constitui em um problema que temos que pensar em soluções”, disse.</p>



<p>Questões relacionadas à ética, inclusão, interação, memória, sensorial, linguagem, ambiente e a concepção do sujeito também foram abordadas, sendo que o autismo, não pode ser visto como um todo, e sim como parte do sujeito. “É importante pensarmos que o autismo não é um todo do sujeito, e sim uma parte, pois muitas vezes quando dizemos que uma pessoa tem autismo, reduzimos tudo que ela é enquanto ser humano a uma condição. Temos que deslocar essa ideia, tentando compreender o sujeito como um todo”, completou.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/live-debate-as-praticas-pedagogicas-e-a-escolarizacao-dos-alunos-com-transtorno-do-espectro-autista-tea/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto cria programa de apoio a mães atípicas</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/projeto-cria-programa-de-apoio-a-maes-atipicas/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/projeto-cria-programa-de-apoio-a-maes-atipicas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 16:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[mães atipicas]]></category>
		<category><![CDATA[programa de apoio]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
		<category><![CDATA[TODA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=38824</guid>

					<description><![CDATA[Implantar no Estado um programa de atenção e orientação às mães atípicas. Essa é a proposta do deputado Dr. Bruno Resende (União), por meio do Projeto de Lei (PL) 324/2024, que tramita na Assembleia Legislativa (Ales).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dr. Bruno Resende propõe política pública de atenção a cuidadoras de crianças com síndromes, transtornos, deficiências ou doenças raras</p>



<p>Implantar no Estado um programa de atenção e orientação às mães atípicas. Essa é a proposta do deputado Dr. Bruno Resende (União), por meio do Projeto de Lei (PL) 324/2024, que tramita na Assembleia Legislativa (Ales). O objetivo é criar políticas públicas que auxiliem mães de filhos com doenças raras ou deficiências como síndrome de Down, transtorno do espectro autista (TEA), transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), transtorno do déficit de atenção (TODA) e dislexia.<br><br>Denominado Cuidando de quem Cuida, o programa tem a finalidade de “oferecer orientação psicossocial e apoio por meio de serviços, proteção, acompanhamento psicológico e terapêutico, com atenção à saúde integral, informação e formação para fins de fortalecimento e valorização dessas mulheres na sociedade”.<br><br>A proposta tem o objetivo de elevar e melhorar a qualidade de vida de mães e cuidadoras, considerando as dimensões emocionais, físicas, culturais, sociais e familiares. Além de promover apoio para o acesso a serviços psicológicos, terapêuticos e assistenciais. Outro objetivo descrito no PL é o de estimular os demais membros da família quanto ao cuidado e à proteção, visando aumentar o nível de bem-estar e melhorar a função e as interações familiares.<br><br>“O grande desafio para essas mães e pais não é a deficiência do filho, e sim uma série de abandonos pelos quais elas passam, que vem de todos os lados: família, da sociedade e do Estado. Na verdade, a maior preocupação de uma mãe e pai atípico é de quem ficará com seu filho quando ela partir”, argumenta o proponente na justificativa da matéria.<br><br>“Todos sabemos que o desafio vivido pelas mães cuidadoras, que são responsáveis pela criação de filhos que necessitam de cuidados específicos em razão daquelas condições. Estamos falando de mulheres e homens que estão acometidas por várias situações, a falta do autocuidado, o desprezo, as doenças psicossomáticas, as tentativas de suicídio”, complementa o parlamentar.<br><br>“A inclusão e a equidade para essas mulheres são um grande desafio para nós porque, para seu sucesso, pressupõe rompermos com o que pensamos sobre eles e a forma como a sociedade as exclui, seja nas oportunidades de emprego e renda, na falta de preparo de gestores, nas barreiras culturais e de acessibilidade, na ausência de pertencimento e aceitação social e familiar, bem como de preconceito e discriminação”, conclui Dr. Bruno.<br><br><strong>Tramitação</strong><br><br>O projeto será avaliado pelas comissões de Justiça, Defesa dos Direitos Humanos, Saúde e Finanças, antes de ser votado em plenário pelos deputados.<br><br><a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=417595&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PL/417595-202405281115435620116UCWE3(9087104).pdf&amp;identificador=3400310037003500390035003A005000#P417595" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acompanhe a tramitação completa</a> </p>



<p>Foto: Lucas S. Costa</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/projeto-cria-programa-de-apoio-a-maes-atipicas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 
Lazy Loading (feed)
Database Caching 27/87 queries in 0.041 seconds using Disk

Served from: jornalentrevista.com.br @ 2026-05-31 02:41:05 by W3 Total Cache
-->