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	<title>tigrinho &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Bets e Tigrinho: entenda os riscos do jogo de azar para a saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 16:34:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Um relatório da revista The Lancet Public Health aponta que cerca de 448,7 milhões de adultos globalmente enfrentam riscos associados a jogos de azar. A meta-análise, realizada por especialistas, destaca os sérios danos à saúde e as consequências sociais dessa prática.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Quase 450 milhões sofrem com jogos de azar. Conheça os riscos e as recomendações de saúde pública para prevenir danos</h2>



<p>Um novo relatório da revista The Lancet Public Health revela que aproximadamente 448,7 milhões de adultos em todo o mundo enfrentam riscos relacionados a jogos de azar. Esta meta-análise, realizada por uma comissão de especialistas, expõe os graves danos que essa prática acarreta, tanto na saúde individual quanto em suas consequências sociais.</p>



<p>De acordo com o estudo, 46,2% dos adultos e 17,9% dos adolescentes apostaram no último ano, resultando em uma epidemia global de problemas associados ao jogo. Dentre os 448,7 milhões de adultos em risco, cerca de 80 milhões apresentam transtorno do jogo, caracterizado por padrões repetidos de apostas que causam sérios problemas pessoais e sociais.</p>



<p><strong>Os impactos negativos incluem:</strong></p>



<p>&#8211; Saúde física e mental comprometida;</p>



<p>&#8211; Ruptura de relacionamentos;</p>



<p>&#8211; Aumento do risco de suicídio e violência doméstica;</p>



<p>&#8211; Perda de empregos e problemas financeiros.</p>



<p>Surpreendentemente, o impacto do jogo de azar não afeta apenas os apostadores. Em média, seis pessoas ao redor de um jogador problemático também sofrem consequências adversas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Necessidade de dados e pesquisa</strong></h3>



<p>Os pesquisadores enfatizam que as estimativas podem ser conservadoras, especialmente em países de baixa e média renda, onde a falta de dados torna a situação ainda mais alarmante. Eles pedem que governos que legalizam o jogo de azar se comprometam a financiar pesquisas para entender melhor o fenômeno.</p>



<p>Heather Wardle, uma das autoras do relatório, destaca a importância de um sistema de monitoramento robusto que colete dados de diversas fontes, como saúde pública e sistema de justiça, para mapear os danos associados ao jogo de azar.</p>



<p><strong>A Indústria de jogos e suas estratégias</strong></p>



<p>Com a digitalização dos jogos de azar, os riscos se intensificaram. Os produtos online são projetados para serem rápidos e envolventes, o que aumenta as chances de danos aos consumidores.&nbsp;</p>



<p>As empresas usam tecnologias digitais e influenciadores para direcionar campanhas de marketing, tornando o jogo mais acessível e atraente, especialmente para os jovens.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Jovens Apostadores</strong></h3>



<p>O relatório revela que 46,2% dos adultos e 17,9% dos adolescentes participaram de atividades de jogo nos últimos 12 meses. Este fenômeno é impulsionado pela publicidade e pela normalização do jogo entre os jovens, exacerbada pelo marketing de influenciadores e pela cultura do streaming.</p>



<p>O relatório também discute o conceito de “minoria crucial” na indústria de jogos, onde uma pequena fração de apostadores consome a maioria dos produtos e gera grande parte dos lucros. Essa dinâmica acentua desigualdades sociais, afetando desproporcionalmente indivíduos socioeconomicamente vulneráveis.</p>



<p>Pesquisadores notam um &#8220;paradoxo dos danos&#8221; em que grupos menos propensos a jogar, como jovens e minorias étnicas, são mais suscetíveis a consequências adversas. Isso destaca a necessidade de políticas de saúde pública que levem em consideração essas disparidades.</p>



<p><strong>Recomendações para ação</strong></p>



<p>O relatório apresenta uma série de recomendações para países que regulamentam jogos de azar, incluindo:</p>



<p>&#8211; Criação de órgãos reguladores independentes focados na saúde pública;</p>



<p>&#8211; Proteção de crianças e adolescentes;</p>



<p>&#8211; Medidas de autoexclusão para consumidores;</p>



<p>&#8211; Regulamentação proporcional ao risco associado aos produtos.</p>



<p>O Brasil, assim como muitos outros países, ainda enfrenta um grande desafio ao lidar com o jogo de azar como um problema de saúde pública. Especialistas sugerem que a implementação de políticas eficazes e abrangentes é urgente para mitigar os danos e proteger a população.</p>



<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo.</em></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Este conteúdo foi produzido com o auxílio de ferramenta de Inteligência Artificial e revisado por editor do jornal.</p>
</blockquote>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Matéria veda crianças em anúncios de jogos de azar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 16:50:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[anúncios]]></category>
		<category><![CDATA[apostas]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[jogos de azar]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[tigrinho]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado Denninho Silva (União) propôs o PL 407/2024 para combater a publicidade de jogos de azar direcionada a crianças e adolescentes. O projeto de lei proíbe menores de idade de serem contratados para anúncios de cassinos online, jogos de azar e casas de apostas, abrangendo tanto mídias físicas quanto digitais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Iniciativa proíbe publicidade com influenciadores mirins e utilização de linguagem, músicas e animações com apelo ao público infantil</h2>



<p>A publicidade de jogos de azar com foco em crianças e adolescentes é uma prática que o deputado Denninho Silva (União) quer combater. Ele apresentou um projeto de lei – o PL 407/2024 – que proíbe a contratação de menores de idade para a realização de anúncios de cassinos on-line, jogos de azar e casas de apostas. A proibição trata tanto de mídias físicas quanto digitais.&nbsp;</p>



<p>O projeto também veda propagandas que utilizem linguagem infantil e trilhas sonoras com músicas infantis ou cantadas por vozes de criança; tragam representação de crianças e adolescentes, personagens ou apresentadores infantis; tenham desenho animado ou animação; bonecos, brinquedos ou similares; e realizem promoção com distribuição de prêmios ou de brindes colecionáveis ou com apelos ao público infantil.</p>



<p>Conforme a proposição, o objetivo é respeitar fundamentos como a garantia de proteção integral à criança e ao adolescente e contra a exploração comercial indevida. A multa prevista no caso de descumprimento da norma é de 20 mil Valores de Referência do Tesouro Estadual (VRTEs), equivalente, hoje, a pouco mais de R$ 90 mil. Em caso de reincidência, o valor será duplicado.&nbsp;</p>



<p><strong>Jogo do “tigrinho”</strong></p>



<p>O autor da iniciativa explica como a ideia surgiu: “Chegou ao nosso conhecimento que plataformas de jogos de azar e cassinos on-line, como o popularmente conhecido ‘jogo do tigrinho’, estão contratando influenciadores mirins brasileiros para promover casas de apostas a crianças e adolescentes nas redes sociais”, relata.&nbsp;</p>



<p>Denninho se diz preocupado com o desenvolvimento de vício: “Médicos e especialistas consideram extremamente prejudicial a publicidade deste tipo de jogo para essa faixa etária, pois se trata de um período de maior vulnerabilidade ao vício, podendo comprometer o bem-estar e o futuro dos jovens”, alerta.&nbsp;</p>



<p>Segundo o deputado, “os influenciadores infantojuvenis têm feito publicações nas redes sociais demonstrando os jogos, realizando sorteios de prêmios para quem adquirir bilhetes, alegando supostos ganhos obtidos com as apostas e incentivando de diversas formas seus seguidores a aderir aos jogos”.</p>



<p>Para o parlamentar, as redes sociais têm sido coniventes com essas práticas. “Esse tipo de publicidade pode gerar uma percepção distorcida de facilidade de ganhos através dos conteúdos divulgados por influenciadores mirins, contribuindo para a normalização e aceitação das apostas como uma atividade recreativa e lucrativa, quando, na verdade, não deveriam sequer ser divulgadas para crianças e adolescentes”, reforça.</p>



<p><strong>Tramitação</strong></p>



<p>O projeto será analisado pelas comissões de Justiça, de Proteção à Criança e ao Adolescente e de Finanças. O procedimento antecede a votação da matéria pelo&nbsp;Plenário. &nbsp;</p>



<p><a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=422904&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PL/422904-202407021328224234222EVC2F(9087103).pdf&amp;identificador=3400320032003900300034003A005000#P422904" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acompanhe a tramitação do PL 407/2024</a></p>



<p>Fonte: ALES</p>



<p></p>
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