<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>tratamento &#8211; Jornal Entrevista</title>
	<atom:link href="https://jornalentrevista.com.br/tag/tratamento/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornalentrevista.com.br</link>
	<description>(27) 3256.4569</description>
	<lastBuildDate>Tue, 28 Jul 2026 12:15:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.10</generator>
	<item>
		<title>Paciente denuncia tesoura de 18 centímetros esquecida no abdômen após cirurgia: &#8216;Parecia que tinha algo querendo sair de dentro de mim&#8217;</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/paciente-denuncia-tesoura-de-18-centimetros-esquecida-no-abdomen-apos-cirurgia-parecia-que-tinha-algo-querendo-sair-de-dentro-de-mim/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/paciente-denuncia-tesoura-de-18-centimetros-esquecida-no-abdomen-apos-cirurgia-parecia-que-tinha-algo-querendo-sair-de-dentro-de-mim/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 12:15:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[hospitais]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=47767</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma paciente denuncia que uma pinça cirúrgica de cerca de 18 centímetros foi esquecida em seu abdômen durante uma histerectomia, que é a cirurgia para a remoção do útero, realizada na Santa Casa de Misericórdia de Bragança Paulista (SP).</p>



<p>Um raio-X mostra o instrumento &#8216;pinça kelly&#8217;, que é similar a uma tesoura, no corpo da mulher, identificada como Érica Cristina Bannai Von Hoonholtz. Segundo ela,&nbsp;o objeto permaneceu no corpo por cerca de três meses&nbsp;e só foi descoberto em abril.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><strong>&#8220;Eu já cheguei no hospital desnorteada de dor. Eles me medicaram, mas não passava. Não cortava o vômito, não cortava a dor. Muita dor, era desesperador. Parecia que tinha algo querendo sair de dentro de mim&#8221;, disse ao g1.</strong></p>



<p>De acordo com a paciente, ela foi levada às pressas para o centro cirúrgico na madrugada do dia 11 de abril. Durante a cirurgia,&nbsp;os médicos encontraram a pinça e constataram que parte do intestino delgado havia necrosado.</p>



<p>Erica relatou ter passado por um total de<strong> quatro cirurgias:</strong> a histerectomia original, a retirada da pinça, uma para correção de hérnia e drenagem de abscesso intestinal, e uma última intervenção para tratar um abscesso hepático.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><strong>&#8220;Agora que tá caindo minha ficha, né? De todo risco de vida que eu tive.. Eu tô me recuperando, eu tô tentando entender psicologicamente ainda tudo que eu tô passando. Vamos torcer agora pra eu me recuperar, porque senão eu tenho que voltar novamente pro centro cirúrgico&#8221;, disse Érica ao g1.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Tratamento e assistência</h2>



<p>A paciente afirma que, após a descoberta da pinça,&nbsp;<strong>representantes da Santa Casa reconheceram o ocorrido e passaram a oferecer assistência médica.</strong></p>



<p>Segundo ela, como perdeu o convênio de saúde, o hospital passou a custear os atendimentos relacionados ao caso. Além disso,&nbsp;os três filhos passaram a receber acompanhamento psicológico oferecido pela instituição.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><strong>&#8220;Tudo relacionado à tesoura eles estão me dando suporte. Qualquer dor que eu sinto, eu vou lá e eles me atendem. Meus filhos também estão passando por atendimento psicológico&#8221;, disse.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="667" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-19.png" alt="" class="wp-image-47768" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-19.png 1000w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-19-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-19-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-19-112x75.png 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-19-480x320.png 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Raio-X mostra a pinça cirúrgica encontrada no abdômen da paciente após a cirurgia em Bragança Paulista. — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Tentativa de acordo</h2>



<p>Segundo Érica, dois dias após a retirada da pinça, ela foi procurada por advogados do médico responsável pela cirurgia. Ela afirma que recebeu uma proposta de acordo, mas as conversas não prosseguiram naquele momento.<br></p>



<p>De acordo com a paciente, a própria Santa Casa tentou intermediar uma reunião entre ela e representantes do profissional, mas ela preferiu não avançar nas negociações.</p>



<p>Além do suposto erro cirúrgico, Érica afirma que, antes e depois da cirurgia, o médico teria insistido para que ela realizasse uma cirurgia estética de retirada do excesso de pele e gordura abdominal mediante pagamento particular de R$ 8,5 mil.</p>



<p>Segundo Érica, durante uma nova internação em julho, ela voltou a encontrar o médico no hospital. A paciente afirma que se incomodou ao vê-lo atendendo normalmente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Boletim e Justiça</h2>



<p>Além do boletim de ocorrência registrado pela paciente, o caso também é apurado na esfera criminal. Conforme consulta ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), tramita desde 28 de maio um Termo Circunstanciado na Vara do Juizado Especial Cível e Criminal de Bragança Paulista. O procedimento está em andamento.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1000" height="667" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-20.png" alt="" class="wp-image-47769" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-20.png 1000w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-20-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-20-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-20-112x75.png 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-20-480x320.png 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Erica em uma das hospitalizações e raio-X de pinça no abdômen. — Foto: Reprodução/Arquivo pessoa</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O que dizem os envolvidos</h2>



<p>Procurada pelo&nbsp;<strong>g1</strong>, a Santa Casa de Misericórdia de Bragança Paulista informou que, &#8220;em cumprimento ao dever de sigilo assistencial, à privacidade dos pacientes e à legislação de proteção de dados pessoais&#8221;, não se manifesta publicamente sobre casos individualizados.</p>



<p>A instituição afirmou ainda que &#8220;permanece à disposição das autoridades competentes, por meio dos canais oficiais, para prestar os esclarecimentos cabíveis&#8221;.</p>



<p>O&nbsp;<strong>g1</strong>&nbsp;procurou o médico responsável pela cirurgia e não há retorno até a última atualização desta matéria.</p>



<p>Fonte: G1</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/paciente-denuncia-tesoura-de-18-centimetros-esquecida-no-abdomen-apos-cirurgia-parecia-que-tinha-algo-querendo-sair-de-dentro-de-mim/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sífilis Congênita é considerada problema de saúde pública no ES; entenda</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/sifilis-congenita-e-considerada-problema-de-saude-publica-no-es-entenda/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/sifilis-congenita-e-considerada-problema-de-saude-publica-no-es-entenda/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 16:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[ES]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[gestante]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sífilis]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=39855</guid>

					<description><![CDATA[Em 2023, até julho, o Espírito Santo registrou 451 casos de sífilis congênita, 1.715 casos em gestantes e 4.201 casos de sífilis adquirida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Segundo a secretaria de estado da Saúde, a doença transmitida pela mãe à criança durante a gestação, casos aumentaram nos últimos anos. Saiba onde testar e como tratar</h2>



<p>Os números da&nbsp;<strong>Sífilis</strong>&nbsp;no&nbsp;<strong>Espírito Santo</strong>&nbsp;chamam a atenção. Somente este ano, até o final do mês de julho, foram notificados 451 casos de sífilis congênita; 1.715 casos de sífilis em gestantes; e 4.201 casos de sífilis adquirida.</p>



<p>Em 2023, foram registrados 808 casos de sífilis congênita; 2.618 casos de sífilis em gestantes; e 8.129 casos de sífilis adquirida.&nbsp;</p>



<p>Segundo a secretaria de estado da Saúde (Sesa), a&nbsp;<strong>sífilis congênita</strong>,&nbsp;transmitida pela mãe à criança durante a gestação, é, inclusive,&nbsp;considerada um problema de&nbsp;<strong>saúde pública</strong>.</p>



<p>Em 2023, a incidência de sífilis congênita foi de<strong>&nbsp;16 casos</strong>&nbsp;para cada mil nascidos vivos. Com isso, o estado ficou acima da média nacional, (dez casos), além do preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de até&nbsp;<strong>0,5 casos</strong>&nbsp;para cada mil nascidos vivos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Números da sífilis ao longo dos anos no ES</strong></h3>



<p>2021</p>



<p>* Sífilis adquirida:&nbsp;4.533 / Sífilis em gestantes:&nbsp;2.031 / Sífilis congênita:&nbsp;556</p>



<p>2022</p>



<p>* Sífilis adquirida:&nbsp;7.484 &nbsp;/ Sífilis em gestantes:&nbsp;2.291 &nbsp;/ Sífilis congênita:&nbsp;674</p>



<p>2023</p>



<p>* Sífilis adquirida:&nbsp;8.129 / Sífilis em gestantes:&nbsp;2.618 / Sífilis congênita: 808</p>



<p>2024</p>



<p>* Sífilis adquirida:&nbsp;4.201 / Sífilis em gestantes: 1.715&nbsp; / Sífilis congênita: 451</p>



<p>(O total de casos saltou de&nbsp;<strong>7.120</strong>, em 2021, para&nbsp;<strong>11.555</strong>&nbsp;em 2023)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a sífilis?</strong></h2>



<p>Antes é preciso entender o que é a sífilis e os riscos da doença para a saúde. A sífilis é uma&nbsp;<strong>Infecção Sexualmente Transmissível</strong>&nbsp;(IST). A boa notícia é que existe tratamento e cura. Exclusiva do ser humano, é causada pela bactéria Treponema pallidum.&nbsp;</p>



<p>A transmissão ocorre por meio de relação sexual sem camisinha com uma pessoa infectada ou para a criança durante a gestação ou parto.</p>



<p>De acordo com o&nbsp;<strong>Ministério da Saúde</strong>, possui três estágios: primária, secundária e terciária. Nos dois primeiros é possível notar os principais sintomas. Além disso, nessas etapas a IST é mais transmissível. Depois, desaparece e é quando as lesões iniciais parecem aparentemente curadas, mesmo sem tratamento.</p>



<p>Porém, ao ficar &#8220;estacionada&#8221; por meses e até mesmo anos, é quando começam a surgir as complicações mais severas como: cegueira, doença cerebral, paralisia e problemas cardíacos. Tamanha a gravidade, pode levar à morte.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sífilis congênita</strong></h3>



<p>De acordo com a médica e referência da Coordenação Estadual de IST/Aids da Sesa, Bettina Moulin, a sífilis apresenta altas taxas de transmissão vertical.</p>



<p>A infecção pode colocar em risco não somente a saúde do adulto, como também pode ser transmitida para o bebê durante a gestação. Em alguns, podendo evoluir para aborto e sequelas muito ao recém-nascido, inclusive morte.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“Ela pode chegar a 100% de transmissão dependendo da doença materna e da fase da gestação. A Sífilis Congênita também pode causar sérios problemas na saúde da criança. Com o Plano Estadual, estruturamos como uma forma para reorientar as nossas ações, mas também de todos os atores envolvidos, que vão desde os profissionais de saúde, em todos os níveis e a sociedade civil, para podermos mudar este cenário desde já”.</strong></p>
</blockquote>



<p>A prevenção, portanto, é ferramenta fundamental para se contornar e desacelerar o problema. Realizar o acompanhamento correto durante o pré-natal é fundamental para possibilitar o diagnóstico e tratamento rápido, para evitar a transmissão para o recém-nascido.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita</strong></h3>



<p>Todos os anos, no terceiro sábado do mês de outubro, é celebrado o Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita.</p>



<p>O objetivo é promover conscientização sobre os riscos da doença, além de destacar a necessidade de um diagnóstico precoce e tratamento correto. Em 2024, acontece no próximo sábado (19).&nbsp;</p>



<p>Para combater o problema a Sesa busca intensificar as ações de saúde com a retomada do chamado “Plano Estadual de Enfrentamento da Sífilis Congênita no Espírito Santo”.</p>



<p>A previsão, dentro do Plano Estadual, é de que até o ano de 2027, seja alcançado o número de casos de 2,3 para cada mil nascidos vivos, e, até o ano de 2030, atingir a meta estipulada pela OMS, de 0,5 casos.</p>



<p>“As ações já foram iniciadas e objetivamos a curto e alongo prazo qualificar ainda mais os nossos profissionais de saúde e também promover junto à sociedade a importância de sabermos que a Sífilis existe, que ela tem tratamento e tem cura. Com isso, podemos reduzir o número de crianças nascendo com esta doença, ou até mesmo, erradicá-la do nosso território”, explicou Bettina Moulin.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Teste e tratamento contra a Sífilis são de graça</strong></h2>



<p>O SUS oferta de graça a testagem detecção da sífilis e o tratamento contra a doença. Outras doenças como HIV e as hepatites B e C, também.</p>



<p>O teste para a Sífilis pode ser feito em&nbsp;<strong>unidade básica de saúde da rede pública</strong>&nbsp;ou nos&nbsp;<strong>Centros de Testagem e Aconselhamento</strong>&nbsp;(CTA). Nestes locais, rofissionais de saúde colhem apenas uma gota de sangue da ponta do dedo do paciente para análise. O resultado é rápido e fica pronto em até 30 minutos.</p>



<p>O tratamento, também ofertado pela rede pública, é feito com o antibiótico penicilina benzatina. É importante destacar que&nbsp;o paciente não pode abandonar o tratamento antes do fim. Caso contrário, a infecção não será completamente eliminada.&nbsp;</p>



<p>Gestantes e parcerias sexuais devem realizar o teste de sífilis e da hepatite B durante o pré-natal. Em caso de diagnóstico positivo, é preciso realizar os procedimentos de prevenção da transmissão vertical (casos de sífilis congênita).</p>



<p>Já nos casos de sífilis congênita, &#8220;o diagnóstico deve avaliar a história clínico-epidemiológica da mãe, o exame físico da criança e os resultados dos testes, incluindo os exames radiológicos e laboratoriais. O tratamento é realizado com penicilina cristalina ou procaína, durante dez dias&#8221;, descreveu a pasta.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória </p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/sifilis-congenita-e-considerada-problema-de-saude-publica-no-es-entenda/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto garante tratamento de saúde mental</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/projeto-garante-tratamento-de-saude-mental/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/projeto-garante-tratamento-de-saude-mental/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 16:17:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ales]]></category>
		<category><![CDATA[corbetura integral]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=39597</guid>

					<description><![CDATA[O Projeto de Lei (PL) 472/2024, apresentado pelo deputado Denninho Silva (União), visa garantir que as operadoras de planos de saúde ofereçam cobertura integral para todas as especialidades terapêuticas necessárias ao tratamento de saúde mental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Proposta obriga planos de saúde à cobertura integral de todas as especialidades terapêuticas, conforme prescrições e laudos médicos</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.al.es.gov.br/appdata/imagens_site/corpo_47535_DenninhoSilvaLucasSCosta-1.jpg" alt="Homem de terno e óculos sentado ao microfone" title="Denninho Silva"/></figure>



<p>Garantir que as operadores de planos de saúde prestem cobertura integral de todas as especialidades terapêuticas indicadas ao tratamento de saúde mental. Esse é o objetivo principal do Projeto de Lei (PL) 472/2024, apresentado pelo deputado Denninho Silva (União). &nbsp;</p>



<p>“O entendimento jurisprudencial reconhece a soberania das prescrições médicas, tanto para especialidades terapêuticas previstas, como não previstas no rol de procedimentos e eventos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mas ainda existem juízes indeferindo a cobertura de especialidades terapêuticas como psicopedagogia, musicoterapia, hidroterapia, entre outras, sob a alegação de não constarem no referido rol”, afirma o parlamentar.&nbsp;</p>



<p>Ele acrescenta que outro problema enfrentado refere-se à limitação do “número de sessões terapêuticas anuais, prejudicando o tratamento prescrito pelos médicos com suspensões e interrupções”.&nbsp;</p>



<p>No caso específico das pessoas com autismo, o projeto estabelece que elas não estarão sujeitas à limitação do número de sessões terapêuticas anuais. “As negativas de procedimentos, interrupções e suspensões no fluxo das sessões terapêuticas anuais têm sido uma constante nos tratamentos terapêuticos multidisciplinares das pessoas com autismo, salvo nos tutelados por liminares”, diz Denninho na justificativa da proposta.&nbsp;</p>



<p>O não cumprimento das medidas acarretará em multa de 5.000 Valores de Referência do Tesouro Estadual (VRTEs), o correspondente a R$ 22.516. A cobrança será em dobro em caso de reincidência.</p>



<p>Antes de ser votado pelo Plenário, o projeto será analisado nas comissões de Justiça, de Defesa dos Direitos Humanos, de Saúde e de Finanças.</p>



<p><a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=425816&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PL/425816-202408072034357269432CV0DE(9087103).pdf&amp;identificador=3400320035003800310036003A005000#P425816" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acompanhe o andamento do PL 472/2024</a>. </p>



<p>Fonte: ALES</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/projeto-garante-tratamento-de-saude-mental/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música como aliada no tratamento em hospitais</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/musica-como-aliada-no-tratamento-em-hospitais/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/musica-como-aliada-no-tratamento-em-hospitais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 16:37:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[hospitais]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[PL 403/2024]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=38427</guid>

					<description><![CDATA[O deputado estadual Sergio Meneguelli (Republicanos) apresentou o Projeto de Lei (PL) 403/2024, que prevê o uso da musicoterapia como recurso complementar para a recuperação da saúde emocional e física dos pacientes internados. O projeto visa humanizar o ambiente hospitalar e será implementado nos hospitais públicos mantidos pelo Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Projeto prevê musicoterapia como recurso complementar na recuperação da saúde emocional e física dos pacientes internados</p>



<p>No contexto de humanizar mais o ambiente hospitalar, o deputado estadual Sergio Meneguelli (Republicanos) apresentou o Projeto de Lei (PL) 403/2024, que prevê a musicoterapia nos hospitais públicos mantidos pelo Estado.<br> <br>Ele afirma na proposta que a musicoterapia em populações específicas, como pessoas em reabilitação, crianças com deficiência, idosos e pacientes psiquiátricos, tem se mostrado “especialmente promissora”.<br><br>Segundo relata, a música pode promover a comunicação, a interação social, a expressão emocional e a melhoria da qualidade de vida, complementando os tratamentos convencionais e proporcionando resultados significativos nos quadros clínicos. <br><br>O deputado acrescenta, ainda, que ao oferecer um tratamento complementar não invasivo, de baixo custo e com comprovados benefícios, a musicoterapia contribui para a redução do sofrimento, a melhoria da qualidade de vida e a promoção do bem-estar físico e emocional de quem se encontra internado em hospital. <br><br>O entretenimento em ambiente hospitalar já vem sendo utilizado há alguns anos com impactos positivos no emocional e na saúde de pacientes, conforme atestam pesquisas científicas divulgadas na mídia. <br><br>Alguns estabelecimentos permitem também, mediante critérios, a entrada periódica de bichos de estimação vindos das casas das pessoas internadas. <br><br><strong>Faculdade de Música </strong><br><br>De acordo com a proposta, a Faculdade de Música do Espírito Santo (Fames), por ser a instituição que atua na formação e habilitação dos profissionais em musicoterapia, garantirá a excelência na prestação desse tipo de serviço nos hospitais. <br><br>A iniciativa prevê ainda a capacitação dos profissionais de saúde para a utilização da musicoterapia como recurso complementar, além de protocolos específicos para cada área de atuação, com atenção especial às pessoas em reabilitação, com deficiência, idosos e pacientes psiquiátricos.  <br><br>Caberá ao Estado a compra de instrumentos musicais e equipamentos adequados para a prática da musicoterapia; caso se torne lei a medida  deverá ser regulamentada no prazo de até 90 dias a partir da publicação no Diário Oficial do Espírito Santo. <br><br><strong>Tramitação</strong><br><br>Antes da votação pelos deputados em Plenário, a matéria será submetida à apreciação das comissões de Justiça, Saúde e Finanças. <br><br><a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=422766&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PL/422766-202407011545033186068BEA2V(9087079).pdf&amp;identificador=3400320032003700360036003A005000#P422766" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acompanhe a íntegra e a tramitação completa</a> do PL 403/2024 </p>



<p>Foto: Ellen Campanharo</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/musica-como-aliada-no-tratamento-em-hospitais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 
Lazy Loading (feed)
Database Caching 79/89 queries in 0.007 seconds using Disk

Served from: jornalentrevista.com.br @ 2026-10-18 00:47:07 by W3 Total Cache
-->