
Gagueira não é timidez nem falta de ar: entenda os sinais que exigem avaliação fonoaudiológica
29 de outubro de 2026Em um país em que apenas 47% da população é considerada leitora,
ações que incentivem o apreço pelos livros se tornam cada vez mais
essenciais
De acordo com a 6ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil,
feita pelo Instituto Pró-livros, o país possui cerca de 53% da
população classificada como não leitora (pessoas que leram pelo menos
um livro, inteiro ou em partes, nos três meses anteriores à pesquisa).
Buscando mudar os dados, e com a chegada do Dia Nacional da Leitura,
comemorado em 12 de outubro, organizações reúnem iniciativas para o
incentivo à leitura no Brasil, aumentando o interesse por livros em
diferentes classes etárias e de diferentes maneiras. São elas:
* Programa de formação leitora
A Árvore [1], empresa especializada em formação leitora e escritora
na educação básica, atua seguindo um método próprio, com a ciência
no centro de cada etapa e dados que guiam educadores com evidências
reais. Fundada em 2014, já atuou ao lado de mais de 20 mil escolas,
atingindo mais de 4 milhões de alunos. Com isso em mente, criou o
programa de formação leitora, que avalia, personaliza e acompanha a
jornada de cada estudante, com um acervo que une livro físico e digital
e reúne a maior bibliodiversidade do mercado, contribuindo com a sua
missão de formar autores e leitores brasileiros. A empresa também
está disponibilizando, de forma gratuita, uma avaliação para a
fluência leitora brasileira [2]. Aberto até dia 31 de outubro, o exame
chega às escolas públicas e privadas de todo o país para medir
velocidade, pronúncia e compreensão dos estudantes no Brasil.
* Livros personalizados em plataforma digital
A Kiddle Pass [3], _family tech_ que reúne experiências digitais
educativas para crianças de 3 a 12 anos, integra à sua Estante de
Livros o catálogo da Dentro da História [4], editora parceira
especializada em livros personalizados, que completa 10 anos em 2026. Na
seção “Você na História”, a família escolhe um título e cria o
personagem da criança, que passa a ser a protagonista da aventura ao
lado de personagens que já conhece. Os livros são organizados por
nível de leitura (iniciante, intermediário e avançado) e por
categoria, de educação emocional a cidadania e educação ambiental,
acompanhando a criança das primeiras leituras até a autonomia leitora.
A leitura acontece no celular ou tablet, sozinha ou em família, e cada
título fica guardado na biblioteca pessoal da criança para ser relido
em qualquer dispositivo. A Estante também reúne a Leitura Livre e as
Aventuras Interativas, com narração em áudio, o que amplia o acesso
para crianças que ainda não leem ou têm deficiência visual. Em
outubro, a parceria entre as duas empresas completa um ano.
* Museu da Diversidade Sexual transforma literatura em espaço de
encontro e debate
O Museu da Diversidade Sexual (MDS), instituição da Secretaria da
Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo,
também aposta na literatura como forma de ampliar o acesso à cultura e
promover debates sobre diversidade. Realizado mensalmente, o Clube do
Livro [5] reúne leitores em torno de obras e autores variados, com uma
programação que busca estimular diferentes perspectivas sobre
literatura, cultura e questões relacionadas à diversidade.
Ao longo das edições, o projeto já recebeu convidados como o escritor
e jornalista Chico Felitti e, em outubro, promove encontros virtuais
sobre Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, com mediação de
Amara Moira, em uma programação que marca os 70 anos da obra.
Fonte: Maytê Lopes – Pine




































